segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fatos interessantes

Atitudes, que fazem a cabeça deitar em Paz!
Hoje ainda há pouco eu vinha do Centro, olhando distraída pela janela. Quando o ônibus parava no engarrafamento ali próximo a Central do Brasil, uma cena curiosa começou a se desenrolar bem diante de muitos olhos que acompanhavam ansiosos e curiosos como eu. Um morador de rua, um mendigo como se diz, varria a calçada da Central (um trecho), e apanhava o lixo com a sua gasta pá de plástico destas que a gente tem igual em casa. Ao término de varrer, ele foi até a lata de lixo (dessas de cor laranja, presa ao poste), e colocou com cuidado o lixo coletado. Nisto vinha um homem sorvendo os últimos goles de seu refrigerante e jogou a latinha no chão. Pois o dito “mendigo”, foi atrás dele, apanhou a latinha no chão e disse para este que jogou:
- Senhor, não faça mais isso! Lugar de lixo é no lixo. E além disso aqui é a minha casa, não deixarei ninguém sujar, o senhor deixaria eu entrar na sua e bagunçar tudo?
O transeunte parou, e disse:
- Perdão amigo, foi mal, vacilei! (e sorriu).
Pronto, o mal estar estava desfeito. O morador de rua também sorriu, foi até o lixo e depositou a lata.
O ônibus andou e aquela cena que casou tantos comentários de todas as naturezas, me deixou a pensar. Que fazemos nós de nossas vidas? O simples homem deu-nos um ensinamento tão grande, que olhando a paisagem me lembrei de mais dois acontecimentos que vale comentar com vocês.
Nestes dias de chuva, que assolaram o Rio de Janeiro,  eu havia visto outro morador de rua, no bairro de Vaz Lobo, em meio a água empossada que fazia correnteza, se lançando contra as pessoas, o morador segurava no colo um cão, e disse para mim, que também caminhava na água:
-Estou com medo de que ele venha a se resfriar, vou secar bem ele, e agasalhar. Ele é meu amigo, e amigo a gente fico junto em tudo.
-Verdade, cuide bem dele. (disse sorrindo, e fui andando até o meu destino dentro da água).
Aquilo me comoveu tanto neste dia, em que eu estava meio triste. Prova de Deus. Mas prova também da inteligência do homem, de que quem ama cuida, a gente que acessa a net, recebe milhões de e-mails comoventes dizendo isso, mas muitas das vezes a gente não faz (na maioria das vezes).
Esta semana recebi, um telefonema de pessoas que conhecem pessoas, o famoso amigo do amigo, de uma mulher que eu não conhecia, ela pedia consulta do mesmo baralho ensebado que tanto já falou, incentivando os crédulos (e a mim também) nele a levantarem os seus castelos ou mesmo irem embora.
A mulher marcou hora, dia e local para a consulta. Fui até ela e qual a minha surpresa em ver que era em uma casa simples da Rua Ceará (a atual Vila Mimosa no Rio de Janeiro – zona de prostituição), mas como pulsa um sangue quente de cigano nas minhas veias, eu fui. E nada tinha demais, era uma casa de três moças que ganham a vida vendendo “Amor”.
Fui muito bem recebida, recebida por pessoas que mesmo sem me conhecer, me receberam, como quem recebe a pessoa amada, com muito carinho. Elas eram pessoas de tristes histórias, mas carinhosas, risonhas, esperançosas, ingênuas. Depois das revelações pedidas, sentei-me para um café. E começamos a conversar as quatro, quatro mulheres de bagagem de vida, tão diferente, que causou riso, foi um momento tão descontraído, parecia uma festa entre velhas amigas de infância.
No meio da conversa, as visões do mundo foram sendo reveladas. E uma me disse:
-A gente tem que relevar muita coisa. Muitos dos nossos clientes tem muitos problemas. Um vem porque quer farra, as vezes uma farra ilusória, outros para dizer que conhece a vida, outros nem querem intimidade, só conversa. Outros contam tudo, nos fazem íntimas de suas famílias inteiras só de ouvir falar.
A gente dá carinho, conversa e corpo.
Fiquei a olhar dentro daqueles olhos morenos como os meus, e pensei que pareciam-se na cor, mas que paisagens diferentes haviam visto. E ainda assim sem fazer apologia, penso que são mulheres realmente especiais. Naquela dificuldade, mas sempre prestativas, dispostas, amigas, pessoas realmente especiais. Fiquei impressionada com a vontade de ser um ser humano melhor, de tentar ouvir, de tentar entender as pessoas, pessoas lindas elas eram. Fiquei a pensar. Quantos preconceitos não confessamos nem a nós mesmos? Quantas atitudes propagamos, mas não fazemos, quantas vezes deixamos de dar atenção ao amigo, ao semelhante, e principalmente para a família? De não tentar entender as pessoas? As vezes nos tornamos assassinos de nossos relacionamentos, não puxamos o gatilho, mas negamos palavras, amor, cuidados, não tentamos explicar, como fez o amigo morador de rua, porque não se deve jogar lixo na rua. Não cuidamos dos amigos que são caros, deixamos nos levar pela aparência.
Nunca temos tempo para nada. A grande mudança (creio eu) talvez esteja nas pequenas atitudes do dia a dia.
Assim dizemos, mas tenho a esperança que sei lá, talvez começando pelo bom dia ao motorista do ônibus, já seja um começo, para sermos pessoas melhores, seja um começo de fazermos a nossa parte.

Baus na Magia dos Ciganos Evorianos!


Vourdon - O Primeiro Baú Mágico do Povo Cigano
 Os Baús
Após fazer ou comprar, decoramos, assim começa a inspiração espiritual, pode ser comprado, mas com um toque seu. Assim como decoramos os pulsos, os pescoços e as testas das ciganas penduricalhos feitos de moedas, que chamam a atenção, decoramos também nossos aparatos mágicos, entre eles o baú. Antigamente, esses enfeites femininos eram feitos com moedas do mais puro ouro ou, no mínimo, de prata de lei. Com o tempo, esses metais nobres foram deixando de ser utilizados nas moedas comuns, em circulação, restringindo-se aos colecionadores.
Esses metais, conhecidos da Alquimia antiga, sempre foram poderosos instrumentos de canalização de energias positivas, fazendo parte de amuletos e talismãs por tudo o mundo.
A tradição cigana rapidamente encontrou uma forma de dar certa utilidade a seus tesouros, aliando seus conhecimentos mágicos e alquímicos à necessidade feminina de criar atrativos para sua vaidade. Na falta de moedas de ouro e prata, nada impede que se use outros metais menos nobres, como o cobre, o bronze, o níquel e até o aço inoxidável. O que se deve evitar, é o uso de moedas de alumínio. Para saber se um cigano é verdadeiro, uma das coisas que você deve observar é que um cigano nunca é pobre e miserável, pois anda bem vestido e sempre adornado com ouro.
Os ciganos de verdade conhecem as magias antigas que trazem dinheiro e boa sorte financeira, que quem não é nunca conhecerá.
A Prosperidade dos Ciganos somente é dada quando a confiança se faz, quando se trata um Gadjô, como um Raty. 
Os baús tiveram origem em Évora, e logo tornou-se popular por lá, incorporou elementos da cultura dos dominadores, como o batismo católico. Ensinada pelas bruxas, logo a brujaria tornou-se quase que uma religiosidade extra oficial, sendo amada tanto pelos ciganos quanto pelas bruxas. É uma forma de cultuar espíritos de antepassados e entidades conhecidas como “Géltke“.
Os rituais do Géltke são marcados pela música, a dança e comida. Quem conduz o ritual, é um líder sem cargo dentro da kumpania, pois é um ritual para que todos tenham acesso.
Na cerimônia, os participantes sentem a energia.
No Brasil, a mesma matriz religiosa, trazida pelos misturou-se com outras práticas religiosas, a Vadra, influenciou a cultura cigana brasileira. Eles são populares fora das tradições espirituais em que se originaram.  Se estiver colocado respostas dentro do baú, peça que o Géltke, responda colocando suas vibrações positivas e sua energia de esclarecimento.
Post Scriptum:
Só saberá chamar um Géltke, quem nasceu na Kumpania!

 SUCESSO!!!!!

Amo minha Vida, meu Trabalho,
minha Familia e meus Amigos, que me fazem o que sou.

Nasci para ser bem - sucedido, não para falhar. Nasci para o triunfo, não  para curvar minha cabeça, derrotado. Nasci para brindar às vitórias , não para lamentar e queixar – me.  Ninguém é tão enganado por outra pessoa quanto por si mesmo. O covarde está convencido de que é apenas cauteloso e o avarento sempre pensa estar  praticando frugalidade.
Nada é tão fácil quanto enganar o próprio eu, uma vez que o que desejamos é sempre fácil de acreditar.
             Há três classes de pessoas no mundo. As primeiras aprendem de sua  própria experiência - estas são sábias. As  segundas aprendem da experiência dos outros  estas são afortunadas. As terceiras não aprendem nem da própria  experiência  nem da experiência dos outros - estas são tolas.
             Mesmo  os  mais sábios e  os mais bem - sucedidos de  nosso mundo  sofrem períodos de mágoas e fracasso, mas eles, aprendem que não há  paz  sem  distúrbio, não há descanso sem tensão, não há  riso sem pesar, não há vitória sem luta, e esse é o preço que todos pagamos por viver.
Post Scriptum: Não é de minha autoria, mas traduz o que penso!
Sucesso a Todos, é o que desejo!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Palavras são como diamantes!!!

Ontem, fiquei muito feliz ao receber este texto. Tanto pela Magia das Palavras, quanto ter na minha egrégora, a vivência dele ter sido inspiração da Poetisa que o escreveu. Feliz, por poder compartilhar um pouco da Alegria de ter na minha intimidade espiritual, esta pessoa comigo (Luciana Sirimarco, na foto acima), e também Espírito Cigano que é um dos meus Mestres que me guiam o caminho.
Escrito pela
Poetisa Luciana Sirimarco.

Ramiro do Cairo
Quem saberia dizer......
Por onde já tenhas caminhado?
O quanto pelo teu povo tenhas lutado?
As Lágrimas que já tenhas derramado?
 
Quem saberia dizer......
Em tuas mãos, qual o poder da Magia?
Em teu coração, qual o riso da Alegria?
No teu jogo, qual o mistério que me guia?

Quem saberia dizer......
Que um pequeno menino...
Seria hoje um grande Mago
Que no Vento do deserto descobriria a amgia do libertar
Que no Sol do deserto descobriria a grande força para
Toda dificuldade superar
Que nas noites de Lua descobriria como com as estrelas falar
Que na barraca descobriria a força da terra para
Afugentar o mal que nunca há de voltar.
 
Ramiro do Cairo,
Neste nome
Força encontro,
Lembranças tenho,
Rumo eu sigo,
Acalanto recebo.
 
Pelo manto de Sara, a Kali
Pelo força do teu povo
Te agradeço
Te peço
Seja, meu eterno, guia, mestre e protetor.
Salve, Sara Kali.


domingo, 4 de setembro de 2011

Encontro de Kalins!

Ontem eu fui ao Centro, ao Centro velho do Rio de Janeiro, andei pelas Ruas dos Andradas, Praça Quinze de Novembro, Distrito Naval, e no fim da Rua Sacadura Cabral, onde tem/tinha uma tradicional casa de essências para perfumaria, eu fui comprar ali, aos pés da escada de acesso ao Morro da Conceição, logo vi sentada de saia verde, uma kalin, igual a mim, o sorriso se abriu, ela abriu os olhos muito negros, iguais aos meus e elevantou-se com aquele sorriso. Eu fui ter com ela, que me abraçou e disse: - Tu ta parecendo Gadji! rs......(por causa das sacolas que eu carregava)...
Ela subiu alto e disse: Vem Ca, fica um pouco comigo! Eu sentei-me na escada... Duas kalonzie, como há muito tempo atrás, ela me contou que casou com um Matchwaya, que saiu e foi acolhido pelos latatchos e ai foram viver perto do estacionamento da santa (Nossa Senhora da Conceição). Ela então disse: Vamos tomar um lanche! Aceitei na hora.
Passamos então no Bar do Adão (já morei na Rua jogo da Bola), e logo compramos uma porção de coisinhas gostosas, imitações da Catalunha, pão doce, leite condensado, mate, e ainda apanhamos frutas no pe do morro, no quintalão de “Seo” Adao. Quando chegamos fizemos uma festinha particular, com direito a pão com azeite e arroz doce com ervas finas....
Tudo muito lusitano.... A amiga Patricia chegou a disse: - Que cheiro bom de Arroz de cigana! Eu logo ri e disse: - Estou vendendo a cinqüenta milhões cada potinho! Ela Riu: - Vou comprar TUDOOOO!!! Risos....
E assim ficamos ali, e depois fomos ver a Santa no Estacionamento, andamos lembrando aqueles dias de loucura na escadaria do Valongo, dos áureos dias da Rua Jogo da Bola......
Sabe desde que vim a ter a casa de cimento (a capa), tinha tempo que não encontrava uma amiga na rua assim. Kalonzi do olho preto, fazedora de arroz doce, nossa situação melhorou muito do tempo de quando éramos crianças.... Mas que ainda tem uma exclusão para alguns...da realidade de não ter internet em casa.....

Estava ainda na escada da Sacadura. A mesma escada gasta de quando subíamos correndo e trabalhando com aquele amor pela raiz. Encontrando uma kalin ou outra sem ter que ter encontro marcado. Lanchamos rimos como em Portugal.
Não tomamos vinho, porque ela estava nas mandingas eu nos preceitos espirituais. Mesmo assim, o interessante foi que tivemos a mesma alegria de outrora.
A vida corrida faz a gente se afastar, faz a gente ter outras diretrizes, e no final so se dedica ao que se precisa. E assim de repente no meio da rua, se descobre que so se necessita de um pão com azeite, de um arroz doce, e de uma saia verde, para ser feliz. Lembrei de nossos dias de Praça Quinze, quando a gente ria das Gadjis e fugia dos marinheiros, que corriam atrás da gente, gritando: - Meu sonho é casar com uma Cigana! Risos...
Sabe, nestas horas modernas, a gente pensa, que celular, micro, ar, que a gente não vive sem isso....
Pois bem, naquelas horas, me pareceu, que tendo uma boa companhia, basta, para se ter e dividir o que há de melhor na vida, que é a felicidade, de sentir, ver, ouvir, que muito pouco se precisa para ser feliz.

Oração Cigana dos Sonhos



“Quero sonhar o que necessito saber
Da-me saber o que vaio acontecer...
Que flua em meu sono
A minha ancestralidade
Permita-me ver o que vai acontecer
Que meus amigos astrais
Tomem conta do meu corpo
Que meus amigos astrais
Tomem conta da minha vida
Que meus amigos astrais
Tomem conta do meu sono
Que eu acorde melhor do que deitei
Quero sonhar
Com o que necessito saber
Autorizem-me ver o que vai acontecer
(Dizer de tuas aflições)
Meus amigos da luz
do Astral Superior
Meus Ciganos
Limpem minha mente
Limpem meu astral
E revelem o que necessito saber
Que Sara me traga Paz"!
Amiturah!

Breve "Workshop dos Sonhos"
Data: Terça Feira - 27/09/2011
Horário: 18:00hs.

Informações:
www.cursosderamonatorres.blogspot.com

Os Sonhos

Os Milagres da Espiritualidade
          As energias são diversas e agem em nossa vida de forma intensa e inédita. Quando vivemos na espiritualidade, podemos por vezes, não perceber seus sinais. E quando não vivemos no mundo das energias, como isso fica? Digo com certeza: Isso fica ainda mais difícil. Nos tempos idos, os ciganos sempre, digo falando num todo, sempre se mantiveram “antenados” na espiritualidade que é a nossa base para tudo, mesmo assim por vezes, os sinais passam, e as energias espirituais e do universo nos avisam e não conseguimos captar.
       E assim também é o tempo onírico. Os sonhos, como diria a ciência, são necessários e fazem parte dos movimentos cerebrais, tudo bem. Mas como sabemos as energias são “algo” incolor, sem forma e sem aparência definida, e isso pode “entrar”, nos nossos sonhos, no nosso tempo onírico. Sabemos que as energias, são e sempre serão, perfeitas para participar, ou entrar em qualquer parte do mundo material e também em nós. Quando estamos com o corpo em estado de adormecimento as energias podem a vão de forma suave ou intensa se necessário for, nos avisar do que estamos passando, do que pode vir conosco ou com outrem, desde que aquela energia esteja conectada com a sua. Esta conexão e avisos podem ser de forma única. Com forma revelada através de sinais desconexos, que parecem totalmente distante de nossa realidade . E ai é que se entra e analisa-se o pensar da situação por todos os lados.
          Assim poderemos avaliar o cunho da comunicação que nos foi revelada através do sonho. Os ciganos naturalmente interpretam suas questões e significados, é claro que as simbologias clássicas sempre estarão em vigência, embora nem sempre querem dizer o que se pensa numa primeira avaliação. Pois nem sempre estará de acordo com o que a situação apresenta, pois outros fatores vão e podem entrar na conjugação.
        E ai questões de foro pessoal vem a mente, questionamentos íntimos, como as falas:
- Eu nunca sonho...
- Eu sonho demais...
- Eu não consigo me lembrar....
E estas questões estarão em âmbito mental, em que peço calma para poder paralizar a afirmativa e questionar.
- Eu nunca sonho.....
É uma afirmação errônea, segundo as confiáveis fontes da ciência, todos sonham e alguns, pelos mais diversos fatores não lembram.
- Eu sonho demais...
Fatores também científicos afirmam que pode fazer parte de uma atividade mental muito intensa.
- Eu não consigo me lembrar....
As vezes quando a pessoa consegue se lembrar, os sonhos são esparços e aparentemente sem sentido, e por vezes realmente o é. São frutos de lixo mental e cansaço físico e mental.
       Assim os ciganos consideram as formas de sonho. Mais ainda aprendemos desde a mais tenra idade, que existem formas energéticas, espirituais, formas pensamentos, elementares, entidades, anjos e santos, enfim tudo o que pode ser dito em forma de energia, e estes tem a sua própria forma de se manifestar, avisar, manifestar dentro da simbologia que a pessoa tem intimidade em sua vida ou não.
       Por isso, nós ciganos “programamos” para receber nossos sonhos. As energias mentais, oníricas e espirituais, interagem, sendo o sonho o resultado da junção das três forças. Sendo assim a nossa vontade pode programar, como se falasse ao cérebro: - Vou sonhar com... No entanto o conteúdo de nosso sonho, principalmente se ele for relativo ao revelador de caminhos, ou mesmo premonitório, jamais estará ao nosso alcance poder controlar a programação, pode ser induzido pela pessoa, mas esta nunca terá o controle total.
        Os espíritos e as energias planetárias é que estão no controle total dos sonhos e os espíritos ciganos ou não estão presentes. Em nossa cultura contem uma gama muito grande de magia antiga, que trazem através da convivência dos espíritos, as nossa vivencias ancestrais, como se sua forma atual, fossem pessoas de nossa raça. Como ciganos os espíritos que nos acompanham hoje, já forma nossos confrades, íntimos, amigos ou não de outras existências. E estes em forma de energia onírica, entram em contato conosco, quando estamos despidos de medos e outros sentimentos que poderima atrapalhar este contato, trazendo lembranças de vivencias passadas, que explicam muitos dos nossos medos, incertezas, dores, impressões e muito do que somos hoje.
         Podemos dizer que os sonhos espirituais, são sonhos “parecendo” que estamos vivenciando aquele momento, como se diz “parecia que eu estava acordado”, e estes momentos, são parte da energia que movimentamos, vivemos, trazemos e que se fazem presentes em formas vitais em nossas vidas.
Bons Sonhos!